O Site do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira dá início a uma série de videos sobre as Cruzadas.
Convidamos o nosso colaborador, Sr. Luis Dufaur, estudioso da História da Igreja, das aparições marianas, comentarista em vários blogs. Nessas aulas, veremos o que foram as Cruzadas, como nasceram, quem as impulsionou. Desejamos retomar a verdade histórica, com base em documentos, e desmontar a “narrativa” que os inimigos da Igreja foram ardilosamente espalhando, quer na midia, quer em publicações.
Aqui, você verá que as Cruzadas foram uma defesa urgente e necessária face à agressão, perseguição e morte dos cristãos que iam venerar as Santas Relíquias da Terra Santa, entre elas, evidentemente, o Santo Sepulcro.
Coube ao Papa, o bem-aventurado Urbano II, convocar os príncipes cristãos a Clermont-Ferrand onde iria anunciar uma boa nova: era a convocação da primeira cruzada.
Nessa primeira aula, explica o Sr Dufaur, os antecedentes históricos, o contexto da Terra Santa, a dura opressão feita contra os católicos que justificam a convocação do Papa Urbano II.
Inscreva-se, acompanhe essas aulas. Vamos resgatar a verdade histórica.
O quadro atual da batalha entre a Revolução e Contra-Revolução está a pedir uma nova Cruzada. Conheça o livro do Prof. Plinio em que descreve esse processo secular de decadência do Ocidente e os remédios para combatê-la e como edificar a nova Civilização.
Restaurar a Cristandade
Escreveu o Prof. Plinio:
"Com efeito, a ordem de coisas que vem sendo destruída é a Cristandade medieval. Ora, essa Cristandade não foi uma ordem qualquer, possível como seriam possíveis muitas outras ordens. Foi a realização, nas circunstâncias inerentes aos tempos e aos lugares, da única ordem verdadeira entre os homens, ou seja, a civilização cristã."
Lembra o conferencista, nessa primeira aula, as palavras do Papa Leão XIII, na Encíclica Immortale Dei:
“Tempo houve em que a filosofia do Evangelho governava os Estados. Nessa época, a influência da sabedoria cristã e a sua virtude divina penetravam as leis, as instituições, os costumes dos povos, todas as categorias e todas as relações da sociedade civil. Então a Religião instituída por Jesus Cristo, solidamente estabelecida no grau de dignidade que lhe é devido, em toda parte era florescente, graças ao favor dos Príncipes e à proteção legítima dos Magistrados. Então o Sacerdócio e o Império estavam ligados entre si por uma feliz concórdia e pela permuta amistosa de bons ofícios. Organizada assim, a sociedade civil deu frutos superiores a toda a expectativa, cuja memória subsiste e subsistirá, consignada como está em inúmeros documentos que artifício algum dos adversários poderá corromper ou obscurecer” (1)
Assista, divulgue e sobretudo compreenda que a derrota da Revolução representa o grande desafio de nossos dias.
Estamos à espera de uma nova Cruzada que liberte o Ocidente dessa terrível decadência da qual a União Europeia, — com sua campanha pró aborto, pró ideologia de gênero, pró controle universal — é a prova mais evidente de que nos tornamos o oposto da Cristandade medieval, tão elogiada pelo Papa Leão XIII, e atestada nos monumentos que resistem aos séculos de Revolução.