Último dos Patriarcas e Príncipe da Casa Real de Davi, São José é o elo mais qualificado entre o Antigo e o Novo Testamento. Sua festividade é celebrada pela Igreja no dia 19 de março.
Para se mensurar a grandeza de São José, basta dizer que ele foi digno de ser escolhido para se tornar o castíssimo esposo da Rainha dos Céus, pai adotivo de Jesus, além de auxiliar e cooperar na direção e educação da divina infância do Menino-Deus.
Transcorrendo no dia 19 deste mês a importante festa litúrgica de São José, a revista Catolicismo [edição de março (capa acima)] publicou um erudito artigo de Plinio Maria Solimeo ressaltando o fato de que teólogos, pregadores e missionários propagaram a devoção ao Patrono da Santa Igreja em épocas anteriores.
Ela também pode ser aprofundada pelos Evangelhos, pela Tradição e por outros documentos. Nesse sentido, são ressaltados temas importantes, como São José Príncipe da Casa Real de Davi, seu matrimônio — perfeito, embora sem prole — com a Santíssima Virgem, sua autoridade na Sagrada Família e sua santa morte. Ele é o Patrono da Boa Morte, transcorrida junto a Nossa Senhora e seu Divino Filho.
Vários outros temas são focalizados no artigo. Por fim, é ressaltada a excelsitude do culto a São José. O Pe. A. Michel comentou com acerto: “Seria necessário relembrar a prudência e a força do vigilante guardião encarregado de arrancar o Menino e sua Mãe das ciladas de seus piores inimigos. A justiça do homem perfeito que a Escritura pintou com uma palavra: justus; a temperança desse artesão humilde e laborioso. Poder-se-ia assim passar em revista todas as virtudes e as atribuir a São José em um grau supereminente: certamente ficaríamos nos limites da verdade”.
A respeito desse mais ilustre membro da Casa de Davi, Plinio Corrêa de Oliveira comentou: “São José era proporcionado a Jesus Cristo, era proporcionado à Sua excelsa Mãe. Quanta grandeza isso encerra! É tal a desproporção com o resto dos homens, que não podemos fazer ideia. É penetrar de tal maneira na alma santíssima de Nossa Senhora, é ter tal intimidade com o Verbo Encarnado, que o vocabulário humano não encontra palavras para exprimir adequadamente”.
Assim sendo, Catolicismo dedicando o artigo principal da edição deste mês ao glorioso São José, poderá incrementar nos leitores a necessária devoção a ele.
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São José foi um homem que amou muito a Maria; que sabendo que estava grávida não fugiu como muitos homens fazem com quem se encontra grávida. Foi um homem temente a Deus; cumpridor de seus deveres laborais; homem virtuoso; que amava tanto que aceitou tudo por amor. Feliz foi São José que recebeu esse encargo para bem cuidar Daquele que é Dono de Tudo e de Todos. Obrigado São José por tudo. Obrigado Deus por fazer com que eu tenha encontrado um marido responsável, cuidadoso com a prole; trabalhador; caridoso e que ama muito a família. Obrigado por tudo meu Deus porque és TU que permite tudo.
Para conocer a San Jose y su Nobleza leer Mt 1,18 cf Isaias 11, Precursor y Co- Redentor Universal de la redencion operada por su Divino Hijo